Ser a mulher maravilha, saiu de moda?
Para muitas a ideia de força, empoderamento e independência está ficando cansativo. Porém para mim nunca foi uma questão de escolha, eu nunca abriria mão da minha liberdade. E para todas cujo o propósito é mostrar que as mulheres também nasceram para ser empreendedoras, engenheiras, médicas, dentistas, gerentes, CEO'S... o Alexandra Gontijo FW é para elas. E para as que não são, mas são fortes, responsáveis, mães ou MULHERES, o Alexandra Gontijo FW também é para elas! Porque devemos ser inteligentes, e nos unir para apresentar quem somos ao mundo!
5/8/20243 min read


O protagonismo feminino no mercado de trabalho – e a imagem que o acompanha
Nas últimas décadas, a presença feminina no mercado de trabalho deixou de ser exceção para se tornar força determinante da economia global. Hoje, mulheres movimentam a maior parte das decisões de consumo, administram patrimônios relevantes e assumem posições estratégicas em empresas, na política e no empreendedorismo. Em diversos países, elas já concentram parcela expressiva da riqueza pessoal e respondem pela maior parte das compras no varejo. Não se trata mais de “participação”: trata-se de comando.
Paralelamente, o nível de qualificação cresceu de forma consistente. Em muitos centros, as mulheres já são maioria entre os diplomados em graduação, pós-graduação e doutorado. Ou seja, quem se senta à mesa de decisões traz, além de experiência prática, uma base acadêmica sólida, preparada para interpretar cenários complexos, negociar e liderar. Ainda assim, os cargos de alta direção e os conselhos de grandes companhias continuam, em boa parte, sub-representando o talento feminino – um contraste que revela o quanto ainda há espaço a ser conquistado.
Os números de remuneração também expõem essa transição em curso. Em média, as mulheres seguem recebendo menos do que os homens em funções equivalentes, embora a distância tenha diminuído ao longo dos anos. O avanço é real, mas a lacuna permanece. Ao mesmo tempo, cresce o número de empresas lideradas e fundadas por mulheres, que encontram no empreendedorismo uma forma de romper barreiras invisíveis, definir suas próprias regras e criar estruturas mais alinhadas aos seus valores.
Diante desse cenário, torna-se evidente que a mulher contemporânea não ocupa apenas um “lugar” no mercado: ela sustenta economias, transforma setores e influencia decisões em larga escala. Como afirma Sharon Lechter em Pense e Enriqueça para Mulheres, “ninguém disse que seria fácil – e não foi”. O caminho é exigente, mas é justamente essa exigência que demanda uma nova linguagem de presença: firme, sofisticada e coerente com o nível de responsabilidade que ela assume todos os dias.
É nesse contexto que a imagem pessoal deixa de ser detalhe e passa a ser instrumento estratégico. A forma de se vestir comunica preparo, visão, autoconhecimento e autoridade antes da primeira palavra ser dita. A proposta da Alexandra Gontijo nasce para esse universo: vestir mulheres que lideram, que movimentam cifras e decisões, com peças que traduzem a seriedade de suas escolhas e a singularidade de sua trajetória. Porque, em um mundo em que os números já confirmam o protagonismo feminino, a imagem precisa estar à altura do papel que elas desempenham.
Moda Exclusiva Feminina
Na economia
60% de toda a riqueza pessoal dos Estados Unidos está em posse de mulheres; elas respondem por cerca de 85% das compras de consumo.
Globalmente, o gasto feminino gira em torno de US$ 20 trilhões, com projeção para chegar a US$ 24 trilhões, e as mulheres devem herdar aproximadamente 70% dos US$ 41 trilhões previstos em transferências de riqueza entre gerações.
Na educação
Em 2013, as mulheres obtiveram cerca de 61,6% dos diplomas associados, 56,7% dos diplomas de bacharelado, 59,9% dos mestrados e 51,6% dos doutorados.
No mundo corporativo
Nas companhias Fortune 500, havia 23 mulheres no cargo de CEO (aproximadamente 4,6%) e elas ocupavam 14,6% dos cargos executivos.
Nos conselhos de administração, as mulheres detinham 16,9% das cadeiras nos EUA, em comparação a cerca de 40,9% na Noruega e 6% na Ásia.
Nos rendimentos
Em média, as mulheres recebiam 77 centavos para cada dólar pago aos homens (eram 59 centavos em 1979); em recortes mais recentes, a renda feminina chega a cerca de 80–81% da masculina.
Na propriedade de empresas
Entre 1997 e 2013, o número de empresas de propriedade feminina cresceu uma vez e meia acima da média nacional.
Aproximadamente 13,6 milhões de negócios de mulheres geram mais de US$ 2,7 trilhões em receitas, empregam cerca de 15,9 milhões de pessoas e representam em torno de 46% das firmas norte-americanas.
Na política
No cenário global, havia 32 mulheres à frente de países ou territórios autônomos.
Nos Estados Unidos, as mulheres ocupavam cerca de 20% das cadeiras no Senado, 17,9% na Câmara dos Deputados e 23,4% dos cargos eletivos estaduais.
*Fontes de dados baseados em pesquisas de 2013-2014 no livro "Pensa e Enriqueça- para mulheres". Alguns dados mudaram para melhor até 2025 porém a desigualdade salarial de gêneros e desrespeito em cargos altos ocupados por mulheres continuam altamente presentes na sociedade.
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